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terça-feira, 24 de outubro de 2017

O Sistema Solar - Vênus



Vénus (Português Europeu) ou Vênus (Português Brasileiro) é o segundo planeta do Sistema Solar em ordem de distância a partir do Sol, orbitando a cada 224 dias. Como Vênus se encontra mais próximo do Sol do que a Terra, ele pode ser visto aproximadamente na mesma direção do Sol (sua maior altura é de 47°). Vênus atinge seu brilho máximo algumas horas antes da alvorada ou depois do ocaso, sendo por isso conhecido como a estrela da manhã (Estrela Dalva) ou estrela da tarde (Vésper), também é chamado Estrela do Pastor.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O Sistema Solar - Mercúrio



Dando inicio a uma série de artigos sobre os planetas do sistema solar, Mercúrio, o primeiro planeta do sistema é também um poço de curiosidades.

Sendo o menor e mais interno planeta do sistema, completa um dia a cada 87 dias terrestres e seu diâmetro é de 4.900 km, seu eixo é o que apresenta menor inclinação no sistema solar.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

ASTRÔNOMOS DESCOBREM A MENOR ESTRELA DE TODAS JÁ ENCONTRADAS


Cientistas encontraram a EBLM J0555–57Ab, a menor estrela já descoberta. Ela é um pouquinho maior que Saturno e está a aproximadamente 600 anos-luz da Terra.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Campo magnético de Urano muda todos os dias, mostra pesquisa



Cientistas do Instituto Georgia de Tecnologia, nos Estados Unidos, encontraram novas evidências de como o (estranho) campo magnético de Urano funciona. Segundo estudo publicado no periódico Journal of Geophysical Research: Space Physics, o planeta possui uma esfera protetora que se fecha e abre aproximadamente a cada 17 horas.

Júpiter é o planeta mais antigo do Sistema Solar



Um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Münster, na Alemanha, atesta que Júpiter foi o primeiro planeta do Sistema Solar a ser formado, 1 milhão de anos após o aparecimento da região onde vivemos. Com o passar de 2 ou 3 milhões de anos o gigante chegou ao tamanho que tem hoje: 50 vezes o da Terra.

“É a primeira vez que podemos dizer algo sobre Júpiter baseados em medições feitas em laboratório”, afirmou um dos autores do estudo Thomas S. Kruijer ao periódico The Washington Post. Para fazer o estudo, os cientistas utilizaram antigos meteoritos que chegaram à Terra.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Próxima ao fim, sonda Cassini ainda continua afazer fotos incríveis



A sonda Cassini está próxima de seu fim, mas não para de trabalhar. Depois de fazer fazer o último voo rasante na lua Titã, a nave presenteou os terráqueos com mais uma bela imagem. Foi o resultado do voo mais próximo do planeta feito até hoje.

Apesar de não estarem em alta definição, as fotos retratam momentos surpreendentes, como a formação de um furacão no polo norte de Saturno. A NASA prometeu tratar as imagens e disponibilizá-las em melhor qualidade em breve.

Esse foi o primeiro sobrevoo que a Cassini fez entre os famosos anéis e o planeta em si. Ainda estão previstos 21 expedições semelhantes para que então a sonda termine seu trabalho em grande estilo, “mergulhando” na atmosfera de Saturno, em setembro.

“Fico feliz em informar que a Cassini passou pelo espaço do modo como planejamos e saiu do outro lado em forma excelente”, afirmou o gerente do projeto da Nasa Earl Maize.

O projeto da Cassini já dura 13 anos e é uma parceria entre a NASA e a Agência Espacial Europeia ESA. Essa etapa do processo está sendo chamada de Grand Finale, já que depois disso o combustível da sonda acaba, como havia sido planejado.

Os principais objetivos do projeto são determinar a massa e a idade dos anéis de Saturno, que podem ser tão antigos quanto o planeta. É a primeira vez que essa região do Universo é explorada.
“Cassini, mais uma vez, abriu uma trilha, mostrando-nos novas maravilhas e demonstrando onde a nossa curiosidade pode nos levar se nos atrevemos", disse Jim Green, diretor da Divisão de Ciência Planetária da NASA.



segunda-feira, 24 de abril de 2017

Hubble captura imagens auroras em Urano



O telescópio espacial Hubble, da NASA, conseguiu captar imagens raras da aurora em Urano. Para chegar ao impressionante resultado final, elas foram registradas através de raios ultravioleta e logo depois sobrepostas a uma fotografia já existente do planeta, tirada pela espaçonave Voyager 2 em 1986.

Uma equipe liderada pelo Observatório de Paris conseguiu rastrear duas rajadas de ventos solares que viajaram do Sol até Urano entre os anos de 2012 e 2014. Assim que essas rajadas atingiram o planeta, eles utilizaram o telescópio para monitorar sua atmosfera e observar a aurora.

Segundo os pesquisadores, ficou evidente que o fênomeno, além de ser o mais intenso já visto por eles, acompanha a rotação do planeta. Justamente por isso, a equipe conseguiu redeterminar os polos magnéticos de Urano — uma informação há muito tempo perdida pelos astrônomos.

Já havia registros em 2011 de auroras na superfície do gigante gasoso, mas nada como essas. Como na Terra, o efeito ocorre quando partículas carregadas de energia são capturadas pelo campo magnético. Quando isso acontece, elas se dividem em dois polos e começam a reagir com partículas de gases como oxigênio e nitrogênio, o que libera várias explosões de luz.

O telescópio também captou fotos do anel de Urano, que circula o eixo horizontal da esfera, mas também se move de cima a baixo através dele. Pouco se sabe ainda sobre Urano, mas há planos de que uma viagem à sua órbita seja lançada no futuro. Até lá, ficamos com apenas com as belas imagens de sua atmosfera luminosa.



O ultimo voo da donda Cassini



A sonda Cassini, lançada pela NASA em 1997, partiu no sábado, dia 22 de abril, rumo ao seu último voô pelo satélite Titã — um dos lugares com maior probabilidade de abrigar condições para a vida no Sistema Solar (depois da Terra, claro).

Agora, a sonda parte em direção à órbita de Saturnopara, por fim, desintegrar-se na atmosfera do senhor dos anéis gasoso — a ideia é que a sonda não contamine sem querer os satélites rochosos com material do nosso planeta. 

Uma das últimas imagens registradas pela nave foi a Terra e a Lua vistas de Saturno, a uma distância de 1,4 bilhões de quilômetros (acima).

É a última chance de ver de perto o maior satélite do planeta, um dos únicos a ter um ciclo hidrológico conhecido. Titã possui mares, lagos e rios feitos não de água, mas de metano.

A sonda passou perto dos dois maiores oceanos da lua, Kraken e Ligeia, localizados no pólo norte. Mesmo com uma atmosfera densa, o que dificulta a visão das câmeras, a sonda possui radares capazes de medir a profundidade dos corpos.

A última missão do satélite é chamada de Grand Finale e está programada para o dia 15 de setembro. Depois de fazer seu último sobrevoô por Titã, o aparelho tem sua rota alterada pela gravidade do satélite.

Diferente dos últimos anos, Cassini irá orbitar Saturno pelo vão entre sua superfície e seus anéis. A trajetória será repetida 22 vezes até sua última passagem, quando entrará na atmosfera do planeta até tornar-se um meteoro e desintegrar-se.

Antes do fim, porém, a sonda irá coletar o máximo possível de dados, fonte importante para o conhecimento desse misterioso planeta. "O que aprendermos a partir das destemidas órbitas finais da Cassini vai aprofundar ainda mais nossa compreensão de como planetas gigantes e sistemas planetários em todo lugar se formam e evoluem. São verdadeiras ações de descoberta até o fim", explica Thomas Zurbuchen, vice-administrador da Nasa.

terça-feira, 14 de março de 2017

Tudo sobre Tempestade Solar

O Sol não é só uma estrela que influencia os planetas ao seu redor, ele também é um corpo em constante variação, com explosões violentas de radiação, e um exímio formador de energia em quantidades absurdas para os padrões terrestres. 

FOTO: ESA&NASA/SOHO


Sua massa — de cerca de 330 mil vezes a da Terra — corresponde a 99,86% da massa do Sistema Solar. O apelido de Astro Rei não é mera força de expressão. Essa esfera gigante é composta, basicamente por Hidrogênio e Hélio, sendo que 3/4 de seu total é reservado ao primeiro elemento. Menos de 2% de sua composição consiste em elementos pesados, como oxigênio e carbono.

Diferente dos planetas que são considerados rochosos, como a Terra e Marte, ou gasosos, como Saturno e Júpiter, nossa fonte de calor é formada por plasma, gasoso na superfície e mais denso conforme se próxima do núcleo.

É exatamente ali, em seu coração, sob uma temperatura de 15 milhões de graus centígrados, que as reações químicas nucleares mais selvagens acontecem. São até 600 milhões de toneladas de hidrogênio convertidos em hélio por segundo. A diferença da massa dos dois elementos é expelida em forma de energia. Para sair do núcleo e chegar até a superfície da estrela, essa energia leva até um milhão de anos - um contraste bem grande com o tempo que as partículas do Sol levam para chegar até a Terra: 8 minutos.

Por isso, a camada mais externa do Sol, a Coroa, está sempre se expandindo, criando os ventos solares, por isso o nome "ejeções de massa coronal". Quando explosões de grandes proporções acontecem nessa área, partículas solares são liberadas.

Os astrônomos estimam que o nosso Sol tenha 4,5 bilhões de anos.Considerando que uma estrela desta grandeza mantém seu brilho por até 10 bilhões de anos, ainda teremos muito com o que nos preocupar.

Os efeitos na Terra
Os aparelhos tecnológicos que usamos na Terra sofrem grande influência do clima espacial. Aparelhos como GPS e comunicadores que dependem de frequência de rádio, como aviões, podem ser impactados por estes presentes do Sol.

Em 1859, uma das maiores ejeções já lançadas pelo Sol atingiu o campo magnético da Terra, causando o colapso dos serviços telegráficos. Como dependemos muito mais da energia elétrica agora, se isso tivesse acontecido hoje os estragos poderiam ter sido maiores.

Na história, nenhuma tempestade solar jamais afetou uma missão espacial tripulada. Mas, em 1972, a NASA registrou rajadas solares que poderiam matar um ser humano desprotegido do campo magnético da Terra durante as missões Apollo 16 e 17.

Mas, calma, a NASA está sempre atenta às atividades solares. A agência espacial garante que mantém uma frota de naves heliofísicas que monitoram o ambiente espacial entre o Sol e a Terra. Além disso, existem eventos naturais impressionantes e maravilhosos só acontecem graças à influência do Sol, como a aurora boreal e a austral, que são o efeito mais visível do Astro Rei em nosso mundo.

Leia também:

+ Como a descoberta do novo sistema planetário influência a esperança em vida extraterrestre

Fonte: Galileu